quinta-feira, março 07, 2013

A ARTE PELA EDUCAÇÃO, CIDADANIA E MEIO AMBIENTE




UMA PALESTRA: O DIREITO DE VIVER E DEIXAR VIVER - A ARTE PELA EDUCAÇÃO, CIDADANIA E MEIO AMBIENTE – Para tratar desse assunto, em primeiro lugar é preciso abordar a importância da educação na contemporaneidade, seu papel na construção do exercício da cidadania e sua condução para um ambiente saudável e equilibrado. A partir disso, fica entendido que a vida é o bem fundamental do ser humano. E ela só se realiza no ato de viver e no direito pleno da dignidade, respeitando-se todas as suas necessidades e valores. No art. 6º do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que foi aprovado pela XXI sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, conta que: “1. O direito à vida é inerente à pessoa humana. Este direito deverá ser protegido pela lei, ninguém poderá ser arbitrariamente privado de sua vida”. Por essa determinação, o direito à vida e à integridade física passou a ter importância a partir da edição da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948, e por todas as declarações internacionais, foi adotada pela Constituição Federal vigente no Brasil, razão pela qual assumiu posição de superioridade no rol dos direitos fundamentais, em vista de ser pressuposto indispensável para aquisição e o exercício de todos os demais direitos. Trata-se, portanto, de um direito natural, fundamental e inerente ao ser humano, decorrendo dele todos os demais direitos, assegurado no direito de viver e continuar vivo, bem como de ter condição digna de subsistência, guardando íntima relação com o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana que é o fundamento do Estado Democrático de Direito, adotado pela República Federativa do Brasil. Por consequência, o direito à educação é um direito humano fundamental de natureza social previsto no art. 6º da Constituição Federal vigente, por ser essencial para o desenvolvimento humano, garantindo o gozo de todos os direitos humanos. Esse direito está previsto na LDB, no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90) e no Plano Nacional de Educação (Lei 10172/2001), entre outros diplomas legais vigentes. Assim, a educação cidadã está assentada no principio de ser pública, estatal, comunitária e democrática, inspirada nas ideias do pedagogo pernambucano Paulo Freire de uma escola de comunidade, companheira, coerente com a liberdade e a democracia, cujo objetivo está em contribuir para a construção da cidadania ativa, na oferta de formação inicial e educação continuada presencial e a distância aos educadores, realizada a partir das relações humanas e de aprendizagem, gestão democrática e parcerias comunitárias e sociais, gestão sociocultural das aprendizagens, avaliação dialógica, formativa e continuada, bem como projeto Eco-Político-Pedagógico da escola. Essa educação cidadã foi inserida na Carta da Terra, na Constituição Federal vigente, na LDB 9394/96, no Plano Nacional de Educação (2011-2020), na Política Nacional de Educação Ambiental, entre outros documentos. Alem disso, a educação ambiental é uma abordagem multirreferencial que está pautada na solidariedade, na igualdade e no respeito à diferença por meio de formas democráticas de atuação baseadas em práticas interativas e dialógicas. Então, a arte cidadã traduz o reconhecimento da importância da arte nos processos de formação humana e aquisição de autonomia, bem como da importância de uma política cultural que perceba a arte de uma maneira democrática e que considere a contribuição de indivíduos e comunidades na construção do patrimônio simbólico e da diversidade cultural. Isso porque ela reflete sobre o lugar que a arte ocupa em no mundo e sobre até que ponto as pessoas têm realmente acesso a recursos de expressão criativa e de significação de suas experiências na busca pela emancipação humana. A partir da edição da LDB vigente, os Parâmetros Curriculares Nacionais passaram a destacar a importância da arte no processo educativo a partir da inclusão da estética no cotidiano das crianças, adolescentes, jovens, adultos e na terceira idade, destacando a sua contribuição na inserção social, cultural e profissional de um ser humano ao mundo, propiciando a identidade cultural. Essa, portanto, a proposta da palestra O direito de viver e deixar viver: a arte pela educação, cidadania e meio ambiente. Contatos (82) 8845.4611 / 9606.44.36.

REFERENCIAS:
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TODO DIA É DIA DA MULHER – ENTREVISTA COM REJANE SOUZA.





REJANE SOUZA – A professora universitária potiguar, Rejane Souza, é mestre em Literatura Comparada, doutoranda em Literatura Comparada pela UFRN, atuando como consultora e assessora de projetos educacionais e cursos e palestras para concursos e sore Luis Gonzaga. Ela também é poeta que edita o blog Travessia Humana e escreve a coluna Veredas Literárias no portal Nísia Dgital. Conheça melhor o trabalho da professora Rejane Souza nessa entrevista gentilmente concedida por ela.

Pesquisa & Cia - Rejane, inicialmente, vamos pras perguntas de praxe: como e quando se deu seu encontro com a Literatura?

O contato com o universo da literatura ocorreu, hoje reflito, de forma inconsciente, pois na fase infantil, morava em área rural, e eu era uma das principais ouvintes das histórias contadas pela minha avó paterna e meu pai, exímios contadores de histórias. Assim, a minha formação leitora brotou desse fértil universo.

Pesquisa & Cia - Quais as influências da infância e adolescência que determinaram sua formação profissional?

Conforme, relato anterior, sem dúvida, minha avó e meu pai foram minhas principais influências. Na região onde passei minha infância – interior de Nísia Floresta/RN - não havia energia elétrica, fato que contribuía para alimentar a minha imaginação diante do vasto repertório das histórias que ouvia. Diante disso, sempre transcendia ao mundo mágico das histórias. Aos 11 anos de idade, quando fui morar na capital do RN – Natal – passei a frequentar a biblioteca pública do Estado, que ficava atrás do colégio em que estudava. E nesse período, a leitura era constante. Aos 13 anos, li os clássicos da Literatura Brasileira, como Dom Casmurro, Iracema. É importante salientar que tais leituras foram realizadas espontaneamente. Outra influência marcante para que pudesse tomar a decisão em optar pelo curso de Letras foram as aulas de Literatura de meu professor do último ano do Ensino Médio, chamado Vieira. Ele levava a gente a viajar pelas escolas literárias e saborear as curiosidades dos escritores. As suas aulas eram um verdadeiro banquete literário. E isso foi determinante na escolha do curso que fiz na UFRN.

Pesquisa & Cia - Você é Mestre em Literatura Comparada ao defender a dissertação de Mestrado sob o tema “Luis Gonzaga: poesia do canto e canto da poesia”. Inclusive você ministra curso e palestra a respeito. Fala pra gente da importância de Luís Gonzaga e da motivação dos estudos acadêmicos, palestra e curso.

As escolhas que faço sempre têm um elo afetivo e profissional. E propor um projeto sobre a obra poético-musical de Luiz Gonzaga na área de Mestrado em Literatura Comparada, em 2002, foi motivado por duas razões: a paixão pela cultura popular e as faces poéticas do signo sertão, que tem Luiz Gonzaga como grande porta-voz e defensor de suas raízes; a outra motivação foi a de prestar um tributo à memória de meu pai, Valdivino, que já havia partido. O senhor Valdivino era um homem do campo e detinha uma sabedoria popular que lhe era singular. Tive o privilégio de receber dele um grande aprendizado, não só da literatura oral, mas também da cultura e dos fenômenos da natureza. A minha paixão pela poesia, pela cultura e pelo simples da vida vem desse legado familiar. Além disso, pesquisar sobre a vida e obra de Luiz Gonzaga durante dois anos e meio ampliou outros olhares sobre o universo musical e literário que a obra do Rei do Baião proporciona. Isso porque o trabalho com a pesquisa, para mim, é como a água que precisamos para matar a sede. Infelizmente, a minha dissertação ainda não foi publicada em livro, embora tenha sido recomendada pela banca de avaliadores, diante da falta de tempo, pois fiz seleção para Doutorado logo em seguida, todavia pretendo publicar ainda este ano, se Deus quiser. Enquanto isso, busco preencher a lacuna, escrevendo ensaios, ministrando palestras durante eventos científicos e datas comemorativas para divulgar a vasta obra poética e musical de Luiz Gonzaga, que tem uma importância fundamental na divulgação da cultura popular desse país. No entanto, a pesquisa vai mais além: em um dos capítulos de minha pesquisa, faço a analogia do conteúdo e forma das músicas de Luiz Gonzaga, em parceria com Humberto Teixeira e Zé Dantas, com as cantigas de amor e de amigos, da literatura trovadoresca, o que marca a contemporaneidade de seu trabalho artístico.



Pesquisa & Cia - Você é doutoranda em Literatura Comparada pela UFRN. Qual é a proposta temática e dos seus estudos para o doutoramento?

Na verdade, a tese já está praticamente concluída, alguns obstáculos relacionados ao falecimento de minha mãe, há um ano, e questões de orientação provocaram o adiamento da defesa, todavia desejo este ano defender. A temática da tese está fundamentada na obra de Guimarães Rosa: Grande Sertão: Veredas e sua vinculação com a estética barroca. Trata-se de um autor que sempre despertou minha curiosidade mediante a sua forma inusitada de escrever. Por isso, desde meu ingresso à Universidade, motivada pelas pesquisas do orientador, que busco enveredar pelos enigmas da escrita desse escritor mineiro. E como participante, durante o Mestrado e Doutorado, de uma base de pesquisa vinculada aos estudos barrocos, que já rendeu várias publicações em eventos científicos regionais e nacionais, como também em livros, surgiu, durante as leituras do Grande Sertão: Veredas, a possibilidade de analisar a presença do barroco no conteúdo, na forma e na linguagem de uma obra que é um marco no campo da literatura brasileira. A literatura de Guimarães Rosa se coloca para o pesquisador como um eterno mistério, por mais que se busque desvendar suas trilhas, muitas veredas há ainda para atravessar.

Pesquisa & Cia - Você ministra cursos de formação, além de consultoria e assessoria em projetos educacionais, entre outras atividades na área. Fala a respeito dessas atividades e de como você vê a educação de hoje com a vigência da LDB 9394/96.

A área de formação docente é onde me realizo como profissional, de forma concreta, pois de nada adianta absorver tanta teoria se não pudermos colocá-la em prática. E nessa prática provocar a multiplicação dessas ações na sala de aula, tendo em vista uma aprendizagem significativa dos estudantes. Hoje, posso afirmar que conheço a maioria dos Municípios do Rio Grande do Norte, e tal conhecimento só foi possível diante dos cursos de formação docente que ministros em faculdades particulares, na abertura das semanas pedagógicas nos municípios e em outros eventos relacionados à leitura e à escrita. A cada curso, percebo que a mediação de saberes junto aos professores, que atuam na rede pública do Estado, permite um aprendizado recíproco, pois há sempre uma troca enriquecedora diante do que ofereço e recebo. E por isso, acredito que é nas interações sociais que promovemos e nos alimentamos de saberes.
Quanto à vigência da LDB, não há dúvida de que houve certo progresso na forma do acesso à educação pública, porém ainda há lacunas nos currículos, nas metodologias e no compromisso na formação de cidadãos críticos. É certo que a sociedade da informação é uma realidade, todavia o espaço e a estrutura das escolas continuam arcaicos. Há um contrassenso entre o que o mercado de trabalho e a sociedade exigem, no que se referem às competências e habilidades dos estudantes, e o que as escolas públicas oferecem.

Pesquisa & Cia - Qual a sua avaliação da educação pública ofertada no Brasil? E no Rio Grande do Norte?

A educação pública no Brasil vem passando por importantes transformações. Uma delas é a democratização do acesso às camadas populares ao ensino superior. Na base, programas como o Mais Educação e Alfabetização na Idade Certa, (só para ilustrar) podem ter um impacto significativo no processo de aprendizagem e nas questões de natureza social dos estudantes, no entanto o que resulta em objeto de preocupação são as formas como esses projetos e programas do Governo Federal são gerenciados na ponta. O problema, hoje, não é falta de recursos, mas o excesso deles. Penso que deveria haver a formação de uma comissão séria para acompanhar e propor intervenções pedagógicas de tantos programas que chegam às Secretarias de Educação do País. Lógico que há exceções, porém bem pontuais. Em síntese: o elemento da politicagem ainda representa o grande entrave para o desenvolvimento de um Sistema de Educação Pública de qualidade no Brasil.

No que trata a Educação do Rio Grande do Norte, a problemática é a mesma citada anteriormente, o RN tem amargado índices poucos atrativos nas proficiências das ciências matemáticas e nas competências leitoras de seus estudantes. Há uma disposição para reverter esse cenário, no entanto, enquanto o componente político dos envolvidos com a educação sobrepor ao componente técnico, o desejo de querer transformar não será suficiente. Para que se possam obter resultados significativos na educação pública, é preciso que todas as esferas comunguem da mesma filosofia, pois uma andorinha ou duas não fazem verão. E, agora, há um desafio maior: o acesso ao ensino superior através do ENEM. As escolas de Ensino Médio terão, obrigatoriamente, que reverem seus currículos e suas práticas, práticas essas afinadas às competências exigidas pelo exame, se isso não ocorrer, o que parece ser inclusivo se reverterá em grande exclusão.



Pesquisa & Cia --Você edita o blog Veredas Humanas e mantém uma coluna homônima no Nísia Digital, onde você veicula sua atividade literária e pedagógica. Qual a recepção pública desses seus espaços?

Na verdade, criei o blog Veredas Humanas como forma de poder suprir meu desejo nato de escrever e me comunicar através da escrita e outras expressões de linguagem. De início, não pensei que tivesse tantas visualizações. Mas, por atuar na área de formação docente, e anterior a isso, ter sido professora do Ensino Fundamental e Médio na Rede Pública, ex-alunos, amigos, professores além de uma rede intensa de amigos queriam (e querem) sempre saber quais são minhas redes sociais. E, assim, o blog ganhou vida e o mundo (rss), o que despertou o meu compromisso em alimentá-lo com mais frequência em respeito aos leitores. Aprecio a arte e cultura em suas diversas formas e busco oferecer em minhas redes sociais informações qualitativas, o que também contribui para a divulgação da minha profissão na área educacional. A recepção que tenho das postagens é bastante carinhosa, pontuando a questão do valor ao que produzo e publico. Essas sutis felicidades não têm preço!

Retornando de Natal para minha cidade Nísia Floresta, onde fixei residência há cinco anos, recebi vários convites para publicar meus escritos: no site gostodeler.com.br, mural dos escritores, uma coluna: Gastronomia & Cinema, na Revista Deguste – e fiz parceria com o Nísia Digital em outros projetos que desenvolvo na região. Nesse processo, ao renovar o blog, ele criou minha coluna que foi a primeira. E pelo que a gente percebe, o Nísia Digital foi crescendo junto com outros parceiros e colunistas. Fico feliz em poder ter contribuído e assim divulgar meus trabalhos na região.

Pesquisa & Cia - A seu ver a internet tem contribuído para a difusão literária e para o desenvolvimento de atividades pedagógicas?

A minha fala nos cursos de formação tem sido exatamente nesse sentido de que a internet, atualmente, é uma grande ferramenta de marketing profissional, para quem faz uso dela de forma adequada. A minha rede Facebook já conta com 2.613 contatos. A maioria deles me conhece de lugares onde estive seja na área de ensino, na área acadêmica ou de eventos. E por tal rede social várias vezes, fui contatada para realizar trabalhos de natureza profissional. No que trata a literatura é, também, um grande instrumento de divulgação dos nossos trabalhos e de amigos que atuam na mesma área ou afins.

Pesquisa & Cia - Você coordenou a I Feira Literária de Nísia Floresta. Fala para gente a respeito desse evento, das realizações e das perspectivas. Quando ocorrerá a II Feira Literária?

Na verdade, fiz minha inscrição nesse Circuito de Feiras quando estava envolvida na implantação do Museu Nísia Floresta, mas por questões éticas e de filosofia do projeto, que modificou após sua inauguração, resolvi me afastar do projeto, e a feira literária não se realizou de forma plena. Agora, envolvida em um projeto mais sólido, a II Feira irá acontecer em junho em Nísia Floresta da forma que foi pensada de inicio.

Pesquisa & Cia - Quais projetos está na sua perspectiva de realizar?

Bem, dia 12 de outubro de 2012, realizamos um evento em homenagem a nossa ilustre escritora Nísia Floresta. O evento ocorreu na Escola Estadual que recebe o nome da escritora na cidade onde a mesma nasceu. Agora, no mês de março de 2013, pretendemos realizar um sarau literário com escritores locais, envolvendo também os potenciais artísticos de Nísia Floresta nas artes plásticas, artesanato, cordéis e contadores de história. Atualmente, estou coordenado um projeto que foi selecionado via edital do BNB Cultural em 2012: Projeto de Formação de Leitores na área de Literatura Infanto-juvenil de forma Lúdica. O projeto, que é patrocinado pelo BNB, BNDES e Governo Federal, envolve professores e jovens da cidade de Nísia Floresta e visa a oferecer estratégias de fomento à leitura e à escrita dos livros de literatura, a fim de que os docentes possam multiplicar em suas salas de aula, formando, dessa maneira, leitores de forma lúdica e significativa. O desejo é de colocar Nísia Floresta na rota de grandes eventos literários.



Veja mais da Campanha Todo dia é dia da mulher.


segunda-feira, fevereiro 04, 2013

DESEJO NO TROFÉU INTERNET DO SBT




TROFÉU INTERNET DO SBT -  A minha música Desejo, que foi gravada pela cantora Sonia Mello, ganhou o FEMI 2010 no Japão e foi indicada ao Grammy 2012, agora está concorrendo como Melhor Música no Troféu Internet do SBT.

Para participar da votação é só votar em Desejo como Melhor Música e em Sônia Mello como Melhor Cantora aqui no site do SBT.




segunda-feira, dezembro 31, 2012

30 ANOS (1982-2012)


30 ANOS (1982-2012) – Tudo começou quando publiquei em 1982, o meu pri meiro livro de poesias, Para viver o personagem do homem, sob a coordenação editorial da Nordestal Editora, do poetamigo Juareiz Correya. Se bem que muito antes disso, eu já participava de festivais de música com minhas próprias canções, já havia realizado muitas parcerias musicais com Fernando Melo Filho, Ângelo Meyer e Célio Carneiro de Siqueira, escrito e encenado meu primeiro texto teatral O Prêmio (1977), realizado shows, jograis e participado, entre outras coisas, do movimento das Noites da Cultura Palmarense, comandado por José Duran y Duran. 



Daí, ao longo desses 30 anos, como eu dissera na introdução da publicação 30 Anos de Arte Cidadã, ocorreram demasiados fracassos e algumas pouquíssimas conquistas. Felizmente, esses pouquíssimos êxitos valeram mais que todas as decepções, desapontamentos e derrotas, tornando-se base para a teimosia, insistência, persistência e perseverança até hoje. Razão pela qual, manifesto meus agradecimentos a todos que estiveram e que me acompanham até o presente momento: Meimei Correa, Mariza Lourenço, Juareiz Correya, José Duran y Duran, Fernando Melo Filho, Ângelo Meyer, Célio Carneiro de Siqueira, Carlito Lima, Oscar D´Ambrosio (Rádio Unesp), Josué Demétrio, Marquinhos Cabral, Clevane Pessoa, Enéas Ferreira, Jarbinhas Barros, Sonekka –Osmar Lazzarini, Mácleim Damasceno, Ibys Maceioh, Carmen Silva Presotto, Rosa Pena, Aline Romariz, Teco Seade, Sarinha Freitas, Regina Alves Moura, Genésio Cavalcanti, Vlado Lima, Monsyerrá Batista, Ana Fumian, Mazinho (Jucimar Siqueira), Sonia Mello, Eliezer Setton, Claudio Nucci, Tchello d´Barros, Talis Andrade, Felipe Cerquize, Rogério Dias, Zé Barros, Ísis Corrêa Naves, Katya Chamma, Clara Redig, Verney Filho, Fátima Maia, Josemar Brito, Roney Bunn e Marcos Palmeira.



E mais: Ricardo Loureiro (Programa Estrada 55), Antonio Miranda (Poesia Iberoamericana), Silvana Guimarães (Germina), Ju Mota, Kátia Velo, Selmo Vasconcellos, Marta Nascimento, Mauricio Melo Junior, Gal Monteiro, Eduardo Proffa, Luiz Eduardo Caminha, Luiz Pompe, Junior Almeida, Gilberto Mendonça Teles, Marcio Baraldi, Cikó Macedo, Luiz Barreto e muitos tantos outros que estiveram, chegaram, passaram e, hoje mesmo ausentes, continuam comigo na esperança de um mundo melhor paratodos. A todos, minha eterna gratidão.


Confira todas as manifestações de carinhos e comemorações no Baú de Ilusões. E também aqui e no Facebook.


segunda-feira, novembro 26, 2012

FLIMAR NO ENTRE TEXTOS




ENTRE TEXTOS – A Festa Literária de Marechal Deodoro (III Flimar) está no excelente sítio Entre Textos, que é o Laboratório de Redação do professor, poeta, jornalista e editor piauense Dilson Lages Monteiro. Ele também é crítico literário e membro da União Brasileira de Escritoresa (UBE-PI) e da Associação dos Escritores do Amazonas.

Confira mais Dilson Lages Monteiro.



sábado, novembro 24, 2012

FLIMAR NO ALAGOAS NOTÍCIAS


FLIMAR NO ALAGOAS NOTÍCIAS – O evento da III Festa Literária de Marechal Deodoro (III FLIMAR) está destacada no Alagoas Notícias.

Confira mais III FLIMAR.


segunda-feira, novembro 05, 2012

LAM NA III FLIMAR



III FLIMAR - Acontecerá entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro de 2012, a Festa Literária de Marechal Deodoro - III Flimar, no histórico município de Marechal Deodoro, Alagoas. A programação contará com abertura no auditório do Espaço Cultural Santa Maria Magdalena da Alagoa do Sul, envolvendo palestras, Banda de Pífano, shows no tablado da Orla Lagunar, apresentações de rua, oficinas, debates, Literatura de Cordel, cinema, concerto de música lírica, fórum, Encontro de Safoneiros, entrega de prêmios, grupos folclóricos, Flimarzinha, atividades literárias nas escolas, feirinha de cultura e literatura, lançamento de livros, exposições de pinturas e fotografias, biblioteca ambulante e campanha de doação de livros, entre outras atividades até o dia 02 de dezembro de 2012.

 Confira mais na Agenda.


terça-feira, outubro 30, 2012

NITOLINO E TATARITARITATÁ NA III FLIMAR



III FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO (FLIMAR) – Acontecerá entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro de 2012, a III Flimar, no histórico município de Marechal Deodoro, Alagoas. A programação contará com abertura no auditório do Espaço Cultural Santa Maria Magdalena da Alagoa do Sul, que se estenderá a partir do dia 28 de novembro com palestras, Banda de Pífano, shows no tablado da Orla Lagunar, apresentações de rua, oficinas, debates, Literatura de Cordel, cinema, concerto de música lírica, fórum, Encontro de Safoneiros, entrega de prêmios, grupos folclóricos, Flimarzinha, atividades literárias nas escolas, feirinha de cultura e literatura, lançamento de livros, exposições de pinturas e fotografias, biblioteca ambulante e campanha de doação de livros, entre outras atividades até o dia 02 de dezembro de 2012.

PARTICIPAÇÃO:
* O Nitolino estará na Flimarzinha contando histórias e cantando músicas infantis para a garotada nos dias 28 e 29 de novembro, na Tenda do Nitolino, na Orla Lagunar.

* No dia 29 de novembro, às 11hs, no auditório do Ifal, Luiz Alberto Machado na Mesa de Debates Projeto Caravana de Escritores da Biblioteca Nacional, ao lado de Maurício Melo Junior e Ovidio Poli Junior.

* E de 28 de novembro até o dia 02 de dezembro no toldo/estande do Tataritaritatá/Nitolino na Feirinha de Literatura e Cultura, lançando o livro 30 Anos de Arte Cidadã e Exposição dos livros de Luiz Alberto Machado.

Veja mais no Nitolino e no Tataritaritatá.


sábado, outubro 13, 2012

PROGRAMA DOMINGO ROMÂNTICO ESPECIAL DAS CRIANÇAS




TATARITARITATÁ WEBTVRADIO INFORMA: A edição deste 14/10 do programa Domingo Romântico Especial das Crianças, marca o retorno na apresentação da radialista e poeta Meimei Correa, com produção de Luiz Alberto Machado, numa verdadeira festa para a garotada com Egberto Gismonti, Turma da Mônica, Hermeto Pascoal, Chico Buarque & Os Trapalhões, Bia Bedran, Toquinho & MPB4, Palavra Cantada & Arnaldo Antunes, Baú de Histórias - Sérgio Serrano & Cris Miguel, Ana Maria Machado, Quinteto Violado & Fátima Maia, Cesar Obeid, Benita Prieto, Celso Sisto & Morandubetá, Milton Nascimento, Carol Levy, Turma da Carochinha, Coral Infantil Dó-Ré-Mi-Fá, Fátima Guedes, Coral Infantil da Rocinha, Gabi & Valderez de Barros, Miucha, Fabiana Moneró, Mara Maravilha, O Teatro de Mamulengo de Heraldo Lins & Sebastian Marques, Ozi dos Palmares, Quintal da Cultura, Daltro Custódio & Turma do Xaxado & Antonio Cedraz, Vinicius de Morais, Roberto Carlos, Chorolê, Methacoro, Roberta Tiepo, Clarinha Cantora, Grupo Permanente de Pesquisa, Leonardo André, Nitolino & muito mais. Confira, neste domingo, 14/10, a partir das 10hs no Tataritaritatá.


Confira mais detalhes na fanpage do Programa, no Grupo do Facebook e veja outras edições do programa aqui.


terça-feira, outubro 02, 2012

30 ANOS DE ARTE CIDADÃ






30 ANOS DE ARTE CIDADÃ – Começou a festa! Veja quem está participando das nossas comemorações clicando aqui.

30 ANOS DE ARTE CIDADÃ (RELEASE)– O escritor, compositor musical e radialista Luiz Alberto Machado comemora 30 anos de trajetória cidadã, iniciada com a publicação do seu primeiro livro de poesias “Para viver o personagem do homem”, em 1982, culminando em 2012 com seus projetos que envolvem as atividades infantis do personagem Nitolino e do trabalho musical, teatral e literário Tataritaritatá, bem como o alcance da marca de 500 mil acessos ao seu canal no YouTube e a indicação de duas de suas músicas gravadas pela cantora Sônia Melo indicadas ao Grammy.

Com formação em Letras e Direito, ele é autor de 7 livros de poesias, 7 infantis, 2 de crônicas, 1 cordel, peças teatrais e obras musicais. É editor do Guia de Poesia do Projeto SobreSites, do Rio de Janeiro, membro da Cooperativa da Música de Alagoas (Comusa), assessor de imprensa da Câmara de Dirigentes Lojistas de São Miguel dos Campos (CDL/SMC) e cônsul em Alagoas da Associação Poetas Del Mundo.

Para o público infanto-juvenil, além dos livros publicados, ele realiza espetáculos teatrais e recreações educativas com contação de histórias em escolas, instituições e eventos, com o personagem oriundo do livro e DVD do espetáculo infantil Nitolino no Reino Encantado de Todas, que já realizou duas temporadas, em 2010 e 2011, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, além de ser integrante do Projeto CDL Criança da CDL/SMC e do Projeto Circo Itinerante Brincarte, das Edições Nascente.

Já o projeto Tataritaritatá envolve cordel, blogzine, site na internet, webradio, oficinas e show poético-musical já apresentado no Projeto Palco Aberto da BoiBumbarte, e Palavra Mínima da Comusa/Instituto Zumbi dos Palmares (IZP).

Toda sua trajetória está reunida na publicação 30 Anos de Arte Cidadã que será lançada nos próximos meses pelo autor. Maiores detalhes no www.luizalbertomachado.com.br ou pelos fones 82 8845 4611 / 9606 4436.






sábado, junho 02, 2012

POETAS DA GERAÇÃO 80



POETASDA GERAÇÃO 80 – Excelente blog do poeta, ensaísta e crítico alagoano Cicero Melo, reunindo poetas da Geração 80. Ele é autor dos livros "O Verbo Sitiado", "Poemas da Escuridão" e "O Poema da Danação" e tem participado de diversas antologias no Brasil e no Exterior. Confira poemas dele no Varejo Sortido e mais poemas de Cicero Melo.

E veja mais sobre Livros Infantis, Cordel Tataritaritatá, 30 Anosde Arte Cidadã  e a respeito das consultas presenciais e online para TCC.