sábado, julho 18, 2026

SEMANA HERMILO BORBA FILHO

 

HERMILO BORBA FILHO – Em homenagem ao advogado, escritor, crítico literário, jornalista, dramaturgo, diretor, teatrólogo e tradutor Hermilo Borba Filho (1917-2017), acontecerá entre os dias 28 e 31 de julho, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares, a Semana Hermilo.

 


Na ocasião ocorrerão palestras, exposições e outros eventos voltados à obra teatral, literária e popular do grande nome das artes nordestinas.

 

Veja mais Hermilo aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

 



sábado, julho 11, 2026

SETÍGONO

 

 Imagem: Acertvo ArtLAM.

SETÍGONO – Levado pela provocação dos criadores Admmauro Gommes, José Durán y Durán e Cícero Felipe, cometi alguns setígonos. Gostei. E quando vi uma penca de gente da melhor cepa cultuando e dando pitaco acerca dessa novidade poética, não me fiz rogado e soltei o verbo. Quer saber como é que o setígono? Ora, confira aí.

 

SETÍGONOS ÀS LAPADAS


SETÍGONOS NO TOITIÇO & NA CAIXA DO ESPINHAÇO...


SETÍGONO OUTRA VEZ, PÁLIN! (FECHANDO A CONTA)...


O POEMA À BEIRA DO PRECIPÍCIO... (ENQUANTO PELEJAVA COMETER UMSETÍGONO)


REITERAMENTOS SETIGONAIS




 



sábado, janeiro 10, 2026

BLOCO DA MURIÇOCA: MOSQUITINHO DANADO

 

 

MOSQUITINHO DANADO

Música & letra de Gláucio Braga de Queiroz, frevo tema do Bloco da Muriçoca (Palmares -PE)

 

Eita, mosquitinho danado

Mosquinho sem amor

Quando ele agarra pica

Então você se ferrou.

 

Ele traz a zica, a schicu & a dengue também

Quando ele agarra ele pica, minha filha

E o mosquitinho se dá bem.

Juntou água sim, juntou lixo sim

Aí aí aí ele proliferou.

 

Mosquitinho danado

Mosquinho sem amor

Quando ele agarra pica

Então você se ferrou.

 

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sábado, janeiro 03, 2026

I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL

 

 

I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – (SINOPSE) - Há livros que não chegam: acontecem! Este que agora repousa nas mãos de quem o abre, I Oficina de Catadupas do Brasil - 2025, nasceu de uma confluência rara, dessa em que a palavra encontra terreno fértil e, ao tocar o chão, faz brotar as mais surpreendentes belezas. Sua origem está na proposta de um novo gênero poético e no espanto bom que a linguagem provoca quando decide re-inventar caminhos.

A Catadupa é um tipo de poema criado por jaque monteiro há alguns anos, mas que só se tornou pública na primavera de 2025, e logo depois, em outubro do mesmo ano, nasceu a I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL, uma parceria entre jaque monteiro, a criadora do gênero poético, ministrante e coordenadora da Oficina, e noi soul, do Projeto Pulsão Poética, que passou a ser a Madrinha da Catadupa e coordenadora da Oficina.

A Catadupa é puro movimento, assim como uma cachoeira. Representa inovação no cenário literário brasileiro e um gesto de amor pela língua portuguesa. Suas regras, sua música interna, sua engenharia de sentidos desafiam quem escreve a compreender verdadeiramente o tema que deseja poetizar ou, mais precisamente, catadupar. Instiga-nos à pesquisa, à expansão do vocabulário, ao afeto pelo significado e, além disso, exige ritmo, arquitetura e risco: pede que o poeta dance com rigor, mas sem perder a chama da espontaneidade. Por isso, abre fronteiras e inaugura trilhas onde antes havia apenas terreno neutro.

Eis os primeiros Catadupistas brasileiros, formados na I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – 2025: Adailton Lima (BA), Carlos Onkowe (SP), Eidi Martins (MT), Giovanna Barros (CE), Magno Assis (MG), Mari Rima (BA), noi soul (BA), Patuska Quokka (DF), Pedro Garrido (RJ), Renato Lannes (RJ).

Este precioso livro é um legado e o sopro inicial de uma comunidade catadupista vívida, curiosa e generosa. Desejo, com o coração alegre e cheio de esperança, que ele inspire quem o lê a também se arriscar nessa queda-d’água de invenção, nessa catadupa que renova o modo de olhar, de sentir e de escrever o mundo.

 



JAQUE MONTEIROJaque Monteiro é escritora, mãe livre atípica, arte-educadora e que nasceu e mora no cerrado do Planalto Central, Brasília, capital jovem senhora. É filha da diversidade da mãe mineira com pai baiano. Ela já participou de antologias de poemas, haicais, contos e setígonos. É autora de Estações de humor – Em clima de haicai; Pilar Tenoz – romance juvenil em fase de publicação, do I Oficina de Catadupas do Brasil (2025), que é um livro resultante da Oficina de apresentação da Catadupa, um novo gênero poético brasileiro; AS SETIGONISTAS ao quadrado, uma dança poética que se fez livro de poemas setígonos em coautoria com noi soul, a ser lançado muito em breve; SETÍGONO: o brasileirinho ousado – Ensaio: teoria, prática e poesia, um livro com ensaio e poemas sobre setígonos; BorboLERtras, que é um projeto de valorização e incentivo da mulher na cena literária brasileira.


Agora veja a Entrevista que ela concedeu pra gente & com seus poemas aqui. E veja mais aqui.

 

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