I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – (SINOPSE)
- Há livros que não chegam: acontecem! Este que
agora repousa nas mãos de quem o abre, I Oficina de Catadupas do Brasil - 2025,
nasceu de uma confluência rara, dessa em que a palavra encontra terreno fértil
e, ao tocar o chão, faz brotar as mais surpreendentes belezas. Sua origem está
na proposta de um novo gênero poético e no espanto bom que a linguagem provoca
quando decide re-inventar caminhos.
A Catadupa é um tipo de poema criado por jaque monteiro
há alguns anos, mas que só se tornou pública na primavera de 2025, e logo
depois, em outubro do mesmo ano, nasceu a I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL,
uma parceria entre jaque monteiro, a criadora do gênero poético,
ministrante e coordenadora da Oficina, e noi soul, do Projeto Pulsão
Poética, que passou a ser a Madrinha da Catadupa e coordenadora da Oficina.
A Catadupa é puro movimento, assim como uma cachoeira.
Representa inovação no cenário literário brasileiro e um gesto de amor pela
língua portuguesa. Suas regras, sua música interna, sua engenharia de sentidos
desafiam quem escreve a compreender verdadeiramente o tema que deseja poetizar
ou, mais precisamente, catadupar. Instiga-nos à pesquisa, à expansão do
vocabulário, ao afeto pelo significado e, além disso, exige ritmo, arquitetura
e risco: pede que o poeta dance com rigor, mas sem perder a chama da espontaneidade.
Por isso, abre fronteiras e inaugura trilhas onde antes havia apenas terreno
neutro.
Eis os primeiros Catadupistas brasileiros, formados na I
OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – 2025: Adailton Lima (BA), Carlos
Onkowe (SP), Eidi Martins (MT), Giovanna Barros (CE), Magno
Assis (MG), Mari Rima (BA), noi soul (BA), Patuska Quokka (DF),
Pedro Garrido (RJ), Renato Lannes (RJ).
Este precioso livro é um legado e o sopro inicial de uma
comunidade catadupista vívida, curiosa e generosa. Desejo, com o coração alegre
e cheio de esperança, que ele inspire quem o lê a também se arriscar nessa
queda-d’água de invenção, nessa catadupa que renova o modo de olhar, de sentir
e de escrever o mundo.
JAQUE MONTEIRO – Jaque
Monteiro
é escritora, mãe livre atípica, arte-educadora e que nasceu e mora no cerrado
do Planalto Central, Brasília, capital jovem senhora. É filha da diversidade da
mãe mineira com pai baiano. Ela já participou de antologias de poemas, haicais,
contos e setígonos. É autora de Estações de humor – Em clima de haicai; Pilar
Tenoz – romance juvenil em fase de publicação, do I Oficina de Catadupas
do Brasil (2025), que é um livro resultante da Oficina de apresentação da
Catadupa, um novo gênero poético brasileiro; AS SETIGONISTAS ao quadrado,
uma dança poética que se fez livro de poemas setígonos em coautoria com noi
soul, a ser lançado muito em breve; SETÍGONO: o brasileirinho ousado –
Ensaio: teoria, prática e poesia, um livro com ensaio e poemas sobre setígonos; BorboLERtras,
que é um projeto de valorização e incentivo da mulher na cena literária
brasileira.
Agora veja a
Entrevista que ela concedeu pra gente & com seus poemas aqui. E veja mais
aqui.
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