sábado, janeiro 03, 2026

I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL

 

 

I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – (SINOPSE) - Há livros que não chegam: acontecem! Este que agora repousa nas mãos de quem o abre, I Oficina de Catadupas do Brasil - 2025, nasceu de uma confluência rara, dessa em que a palavra encontra terreno fértil e, ao tocar o chão, faz brotar as mais surpreendentes belezas. Sua origem está na proposta de um novo gênero poético e no espanto bom que a linguagem provoca quando decide re-inventar caminhos.

A Catadupa é um tipo de poema criado por jaque monteiro há alguns anos, mas que só se tornou pública na primavera de 2025, e logo depois, em outubro do mesmo ano, nasceu a I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL, uma parceria entre jaque monteiro, a criadora do gênero poético, ministrante e coordenadora da Oficina, e noi soul, do Projeto Pulsão Poética, que passou a ser a Madrinha da Catadupa e coordenadora da Oficina.

A Catadupa é puro movimento, assim como uma cachoeira. Representa inovação no cenário literário brasileiro e um gesto de amor pela língua portuguesa. Suas regras, sua música interna, sua engenharia de sentidos desafiam quem escreve a compreender verdadeiramente o tema que deseja poetizar ou, mais precisamente, catadupar. Instiga-nos à pesquisa, à expansão do vocabulário, ao afeto pelo significado e, além disso, exige ritmo, arquitetura e risco: pede que o poeta dance com rigor, mas sem perder a chama da espontaneidade. Por isso, abre fronteiras e inaugura trilhas onde antes havia apenas terreno neutro.

Eis os primeiros Catadupistas brasileiros, formados na I OFICINA DE CATADUPAS DO BRASIL – 2025: Adailton Lima (BA), Carlos Onkowe (SP), Eidi Martins (MT), Giovanna Barros (CE), Magno Assis (MG), Mari Rima (BA), noi soul (BA), Patuska Quokka (DF), Pedro Garrido (RJ), Renato Lannes (RJ).

Este precioso livro é um legado e o sopro inicial de uma comunidade catadupista vívida, curiosa e generosa. Desejo, com o coração alegre e cheio de esperança, que ele inspire quem o lê a também se arriscar nessa queda-d’água de invenção, nessa catadupa que renova o modo de olhar, de sentir e de escrever o mundo.

 



JAQUE MONTEIROJaque Monteiro é escritora, mãe livre atípica, arte-educadora e que nasceu e mora no cerrado do Planalto Central, Brasília, capital jovem senhora. É filha da diversidade da mãe mineira com pai baiano. Ela já participou de antologias de poemas, haicais, contos e setígonos. É autora de Estações de humor – Em clima de haicai; Pilar Tenoz – romance juvenil em fase de publicação, do I Oficina de Catadupas do Brasil (2025), que é um livro resultante da Oficina de apresentação da Catadupa, um novo gênero poético brasileiro; AS SETIGONISTAS ao quadrado, uma dança poética que se fez livro de poemas setígonos em coautoria com noi soul, a ser lançado muito em breve; SETÍGONO: o brasileirinho ousado – Ensaio: teoria, prática e poesia, um livro com ensaio e poemas sobre setígonos; BorboLERtras, que é um projeto de valorização e incentivo da mulher na cena literária brasileira.


Agora veja a Entrevista que ela concedeu pra gente & com seus poemas aqui. E veja mais aqui.

 

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